Vazamento depois do enxerto de gordura no bumbum por mais de uma semana, o que fazer?

Quando ocorre algum tipo de vazamento depois do enxerto de gordura dos glúteos pela incisão, onde é apresentando certa oleosidade, há indícios de que a gordura pode ter se liquefazendo.

Durante o enxerto é coletada gordura de outras regiões do corpo da paciente através da lipoaspiração.

Depois é realizada a aplicação dessa gordura na região dos glúteos, entre as células para mantê-la viva.

Geralmente o vazamento significa que as essas células de gordura necrosaram, e não sobreviveram ao enxerto.

Provavelmente não se trata de infecção, porém é recomendável colher uma amostra para ser avaliado no laboratório.

A paciente deve entrar em contato com o cirurgião plástico e relatar a ele o que está acontecendo.

Se persistir o vazamento depois do enxerto de gordura, consulte o seu cirurgião para examinar e solicitar os exames necessários.

Deve-se manter a situação sob controle, descartando de princípio alguma infecção ou problema mais sério.

Por isso a paciente deve procurar seu cirurgião plástico sem mais demora, que irá orientá-la.

Apenas ele pode ajudá-la com o vazamento depois do enxerto de gordura antes que se torne mais sério e vire algo pior.

Como recomendação final, sempre prefira cirurgiões da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, isso ajuda a minimizar os riscos.

A gravidez pode afetar o resultado do enxerto de gordura no bumbum?


A gravidez pode afetar o resultado do enxerto de gordura no bumbum. Com a gravidez, é natural que ocorra uma ganha de peso corporal da mulher e consequentemente, isso inclui as nádegas, que provavelmente aumentará o tamanho.

E ainda, se tiver projeto de também fazer abdominoplastia, deve considerar quantos filhos pretende ter, e somente após ter os filhos desejados, consultar um cirurgião plástico experiente para as devidas orientações.

De maneira geral, além da gravidez, vários fatores podem alterar o resultado de uma cirurgia plástica, como: ganho ou perda de peso, certos exercícios, gravidez, idade, etc. Assim, tudo dependerá da distribuição da gordura corporal.

Sobre o processo de enxerto de gordura no bumbum

A gordura é retirada de outra parte do corpo através da lipoaspiração, é preparada através de diferentes métodos e injetada nos glúteos.

Além disso, para realização do procedimento é necessário que a paciente seja também candidata à lipoaspiração.

Os mesmos cuidados aplicados à lipoaspiração, são exigidos para o enxerto de gordura no bumbum, exceto a massagem linfática.

Na região glútea a massagem aumentaria a possibilidade de reabsorção da gordura (esta recomendação varia de acordo com o cirurgião).

Portanto, todo esse procedimento cirúrgico deve ser planejado e realizado ou antes, ou depois da mulher ter realizado o desejo de ser mãe, e de quantos filhos pretende ter, pois a gravidez
afeta o resultado do enxerto de gordura no bumbum.

É necessário que a paciente entenda a importância de o procedimento não ser indicado para todas as pessoas.

Por isso, ela deve buscar um cirurgião plástico qualificado e experiente.

Posso ir à praia ou à piscina depois do enxerto no bumbum?

Se a cicatrização da lipoaspiração feita for boa, sem complicações, normalmente a paciente poderá ir à praia ou à piscina depois do enxerto no bumbum após algumas semanas.

As atividades do dia a dia, como caminhar e dirigir podem ser retomadas após 10 ou 15 dias após, sempre com recomendações do seu médico.

Já o sol deve ser evitado, principalmente enquanto houver manchas roxas, podendo deixar marcas e dificultar o desaparecimento dos hematomas.

Portanto a exposição ao sol poderá ocorrer gradativamente após 30 dias, com uso de protetor solar e sob estrita orientação do cirurgião.

Por isso é recomendado evitar ir à praia ou à piscina depois do enxerto no bumbum, pelo menos durante as primeiras semanas de recuperação.

Outras atividades que pode fazer depois do enxerto de gordura nos glúteos

As atividades em que envolvem maior impacto ou força muscular poderão ser realizadas após pelo menos 1 mês, de forma gradativa, e sempre deve ser consultado o médico para as devidas orientações.

O uso de cintas modeladoras é recomendável ao menos nos primeiros 90 dias. Isto prevenirá hematomas e contribuirá para a aderência dos tecidos.

Os procedimentos pré-operatórios envolvem a suspensão do uso de medicamentos listados pelo médico, assim como do cigarro e de bebida alcoólica alguns dias antes da cirurgia.

Qualquer dúvida ou complicação que ocorrer durante a recuperação deve ser sempre informada ao cirurgião responsável pela cirurgia.

Posso tomar banho depois do enxerto no bumbum?

De maneira geral, é recomendado esperar um período de dois dias após a cirurgia. Porém o enxerto de gordura no bumbum requer alguns cuidados com o banho.

Há casos em que o paciente pode banhar-se logo no primeiro dia após o procedimento, seguindo sempre as orientações médicas.

Nesses casos são os chamados “banho de gato”, ou seja, fazer a higiene sem molhar o local das incisões.

Cuidados no banho do paciente que fez  enxerto de gordura no bumbum

Deve ser evitado chuveiro quente e o banho da banheira, e recomendado o uso de sabonete neutro. Com esses cuidados a paciente pode tomar banho depois do enxerto no bumbum desde o primeiro dia.

A cirurgia de enxerto de gordura nos glúteos tem o objetivo de definir o formato, ou aumentar tamanho do bumbum. Por isso o cirurgião passará as recomendações antes do procedimento.

Avaliado o corpo da paciente a cirurgia será planejada de forma personalizada. Geralmente a realização deve ser feita sem exageros e também buscando resultados naturais.

Há cuidados importantes a serem observados, tanto no pré assim como no pós-operatório. É importante que a paciente siga todas as recomendações do médico.

Qualquer complicação ou dúvida sobre a recuperação deve ser informada ao cirurgião plástico que realizou o procedimento.

Como saber se tenho necrose de gordura depois do enxerto no bumbum?

Não é possível saber se a paciente tem necrose de gordura logo após o enxerto no bumbum.

Na maioria das vezes, nas duas primeiras semanas após o enxerto no bumbum é ainda muito recente para identificar a necrose de gordura.

Mesmo que seja cogitada a necrose de gordura, outros problemas devem ser considerados.

Recomenda-se que a paciente entre em contato com seu cirurgião plástico para que possa ser examinada, e assim descubra alguma situação mais urgente, como uma infecção em curso.

Através de uma avaliação médica mais detalhada, é possível chegar a um diagnóstico mais preciso sobre o sinal e sintoma sentido pela paciente.

Assim, é muito importante que a paciente entre em contato com o seu cirurgião caso sinta algum sintoma incomum, pois ele irá esclarecer todas as suas dúvidas e preocupações. 

Além disso, o médico irá verificar o tipo de tratamento mais adequado e necessário.

Isso ajuda a evitar que a paciente tenha qualquer tipo de complicação que comprometa a recuperação após a cirurgia.

No entanto, somente o tempo dirá se esta área pode se tornar uma necrose de gordura após o enxerto no bumbum.

No caso de dúvidas e sintomas fora dos esperados durante a recuperação sempre informe o seu médico.

Sinto dor ao sentar após enxerto no bumbum, por quê?

A dor após o enxerto de gordura no bumbum é muito comum nas pacientes, porém, a dor ao sentar após o enxerto pode ser mais que o normal.

Nesse caso, é fundamental que a paciente se certifique de que não tem nenhum tipo de infecção.

Por isso, é recomendado que ela procure o seu médico para ter certeza disso.

É importante que a paciente evite a prática de exercícios físicos por pelo menos 30 dias após o enxerto no bumbum, assim a gordura não sai do lugar que foi injetada e o organismo não absorve mais do que o necessário.

Há algum problema em sentar?

Não há nenhum problema em sentar, mesmo depois da cirurgia, desde que não se coloque muita pressão na região.

Muito cirurgiões costumam recomendar sentar com almofadas, como as em forma de donut (rosquinha), por duas semanas depois da cirurgia.

O uso da cinta modeladora também é muito importante após o enxerto no bumbum, pois ajuda a manter a área sob pressão, o que é benéfico para a recuperação.

Em relação ao tempo para a paciente notar o resultado, vai depender de diversos fatores.

Um dos fatores é a qualidade da pele, pois quanto mais estrias menor a elasticidade é mais precoce a queda.

Além disso, a quantidade de tecido também influencia, pois quanto maior o músculo, melhor costuma ser o resultado.

Assim, pode-se dizer que esse tempo é relativo, dependendo da resposta do organismo.

Mas é sempre recomendado que a paciente busque por um cirurgião plástico, que seja membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, para tirar as suas dúvidas.

Posso usar roupas íntimas sob a cinta depois do enxerto no bumbum?

Muitos médicos recomendam usar roupas íntimas sob a cinta, pois isso reduz prováveis irritações da pele.

É sempre importante lembrar que roupas de compressão são essenciais após o enxerto de gordura no bumbum

Ela também ajuda no contorno dos locais de doação, bem como ajuda no inchaço, por isso a paciente pode usar roupas íntimas sob a cinta.

Não apenas os cuidados pré-operatórios, como realização de exames solicitados pelo cirurgião, mas também o pós-operatório, influenciam bastante no resultado da cirurgia.

Além da roupa íntima após o enxerto de gordura no bumbum, o que se deve usar?

Algumas vezes as roupas de compressão não pressionam adequadamente o local em que a gordura foi transferida, ou mesmo retirada.

Por isso é recomendado que a paciente procure pelo cirurgião plástico e converse sobre seu protocolo para roupas de compressão.

Geralmente a recomendação é que não haja nem excesso, nem falta, de compressão. Costuma-se dizer que a cinta deve ficar justa sem machucar.

Essas malhas têm a função de exercer pressão sobre o corpo, ajudando a reestruturar os tecidos que passaram por algum trauma na cirurgia.

De fato, elas ajudarão a “colar” a pele que foi descolada pela lipoaspiração de volta aos músculos.

No caso dos glúteos, ajudarão a evitar que a gordura migre de onde ela foi colocada durante a cirurgia.

As roupas de compressão também contribuem para o funcionamento da rede linfática, e na diminuição do edema. Evitando assim o acúmulo de líquido, como o seroma.

Assim, todas essas e outras informações o cirurgião plástico responsável passará à paciente durante todo o processo.

Sangramento sem estar menstruada após o enxerto no bumbum é normal?

O sangramento sem estar menstruada não costuma ser um sintoma muito comum entre as pacientes que realizam o enxerto no bumbum.

Inchaço ao redor dos lábios vaginais é muito comum após uma lipoaspiração, cirurgia realizada junto com o enxerto no bumbum.

Por isso, é recomendável que a paciente que use a cinta compressora para ajudar a absorção deste pelo corpo.

Primeiramente, é importante que a paciente verifique sua área de incisão para ter certeza de que o sangue não escorre desse local.

O sangramento pode estar relacionado ainda ao período menstrual que, embora não seja no momento, as mulheres acabam menstruando antecipadamente devido ao estresse causado pela cirurgia.

Por outro lado, muitas outras mulheres que devem menstruar em um determinado período, muitas vezes não menstruam.

É importante que a paciente discuta estas questões com o seu cirurgião, a fim de que ele esclareça todas as suas dúvidas e preocupações.

Resultado final do enxerto no bumbum

O resultado final da cirurgia costuma ser visto 6 meses após o procedimento. Devido a isso é normal que a paciente sinta dores, inchaços e incômodos.

De qualquer maneira, é importante que o cirurgião plástico seja informado sobre tudo o que acontecer com o corpo da paciente neste período. Assim, a paciente deve ir a todos os retornos solicitados pelo médico.

Com essas medidas, além da paciente ter uma boa recuperação após o enxerto no bumbum, ela terá um acompanhamento médico necessário durante os primeiros meses após a cirurgia, a fim de identificar sintomas anormais.

Dores e inchaços quatro meses após o enxerto de bumbum é normal?

É normal que a paciente tenha dor e inchaço quatro meses após o enxerto.

Essa dor ou inchado, ou até mesmo algum desconforto leve pode acontecer até os 6 meses.

Contanto que a paciente não tenha vermelhidão ou calor nas áreas que estão doloridas, o desconforto é uma situação normal que se estende por algum tempo após a cirurgia.

Quando a paciente observar que a dor aumenta e é acompanhada de vermelhidão e calor na área, é muito importante que o cirurgião plástico seja informado a respeito.

Apenas ele pode avaliar o local, solicitar exames e identificar o melhor tratamento para o seu caso.

Para evitar dores e complicações é fundamental que a paciente siga todas as recomendações passadas pelo médico.

Isso evita que a paciente tenha dor e inchaço quatro meses após o enxerto enxerto no bumbum, e também que ela possa ter uma recuperação mais rápida e um resultado conforme o esperado.

Recuperação envolve paciência

É preciso ter paciência na recuperação, pois o resultado final só pode ser visto meses após o procedimento.

As dores podem persistir por alguns meses, porém elas podem ser controladas de acordo com orientações médicas.

Além disso, é muito importante que a paciente procure um cirurgião plástico especialista.

Ele deve fazer parte da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e ter experiência neste procedimento.

É importante também tirar todas as suas dúvidas, e ele que passe confiança e segurança.

No entanto é normal que a paciente sinta algum tipo de dor e inchaço quatro meses após o enxerto no bumbum.

Inchaço dois meses após o enxerto no bumbum é normal?

A maioria das pacientes ainda tem inchaço dois meses após o enxerto no bumbum.

Porque após o enxerto no bumbum, o sintoma pode surgir por causa da troca de fluidos, reação inflamatória, processo de cura, entre outros.

Esse período de inchaço costuma durar de 3 a 4 meses, sendo que em alguns casos até mais tempo.

A maior parte do inchaço da paciente deve ser resolvida em aproximadamente três meses. Após esse período, o resultado costuma ser permanente.

O ciclo do inchaço após o enxerto no bumbum costuma funcionar da seguinte forma: em um mês, 60% do inchaço diminuí; em 2 meses 80% e em 3 meses nenhum inchaço permanece. Porém, existem casos em que o inchaço pode durar mais tempo.

No entanto, cada paciente reage de uma maneira ao enxerto no bumbum. Assim, algumas demoram mais tempo para desinchar totalmente, enquanto outras conseguem desinchar em menor tempo.

É importante que o médico cirurgião acompanhe a paciente por pelo menos 6 meses após, assim ele possa avaliar se o inchaço é normal ou não.

Resultado final

O resultado final do enxerto no bumbum poderá ser visto após 6 meses da cirurgia.

Por isso, é importante que a paciente siga corretamente todas as instruções de pós-operatório que forem passadas pelo cirurgião plástico.

Além disso ajudar a desinchar mais rápido, as recomendações médicas também ajudam a evitar que a paciente tenha muitas dores e incômodos após a cirurgia.

Concluindo, é normal que exista algum tipo de inchaço após 2 meses do enxerto no bumbum. Esse inchaço pode durar por um período de até 6 meses, dependendo de cada paciente.